Imaginação: cultura e cidade, qual presente projetamos?
Como podemos moldar novas formas de habitar o mundo e as cidades através da imaginação cultural? Este questionamento é o ponto de partida do III Fórum Internacional Brasil Cultura 23-30, que vai investigar como a ficção, a poesia, as artes e o ato de criar são a base para a construção de presentes e futuros.
No centro das discussões está o papel da política, das instituições e dos programas culturais, com uma atenção especial voltada para os museus e os espaços culturais como promotores da imaginação e da expressão simbólica, elementos essenciais para a construção da cidadania.
O programa terá um formato dinâmico, com aulas abertas, arenas de conversas e paineis, que serão conduzidos por artistas, filósofos, escritores nacionais e internacionais. As conversas serão guiadas por dois eixos temáticos:
1 – Imaginação
● O sonho, a imaginação, as artes, a poesia, a ficção, o sagrado, os movimentos artísticos, as memórias afetivas e o patrimônio cultural material e imaterial como fontes essenciais de construção de um projeto cidadão;
● Os espaços culturais como sistema material que elabora com suas práticas, reflexões, trocas e experiências essa dimensão simbólica.
2 – Cidadania Cultural
● Imaginar cidades culturais : territórios e desenvolvimento local nas práticas e experiências dos espaços de cultura.
● Pensando para dentro: como será o museu e o espaço cultural do futuro? De que forma ele pode ser um espaço de afirmação da democracia e da pluralidade ao se estabelecer como lugar privilegiado para o encontro e o convívio na diversidade? Como isso impacta a reinvenção desse espaço, seus programas, missão e ideias de colaboração social?
● Práticas e experiências educativas, laboratórios de ideias, processos experimentais de aprendizagem e de participação na vida pública.
Estes diálogos partem do reconhecimento da imaginação como uma força criadora da cidadania, e da importância da cultura na reflexão sobre os modelos de desenvolvimento urbano. Ao destacar a colaboração entre as práticas artísticas, educacionais e comunitárias, o fórum visa repensar o papel dos museus e dos programas culturais na construção de uma sociedade mais inclusiva e centrada no bem-estar humano.


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